
ATENÇÃO - A VIDEO ESTRÉIA EM BREVE APRESENTARÁ O VÍDEO EM FORTALEZA E EM VÁRIAS CIDADES DO INTERIOR DE SÃO PAULO, ALÉM DE MARCAR PRESENÇA NO 12 VEGAN FESTIVAL NO RIO EM JULHO
PIQUENIQUE INTERVENÇÃO NA ESCOLA - SÃO PAULO

Data: 28/06/09 - ÚLTIMO DOMINGO de JUNHO
Horário: 10h30 - PONTUALMENTE
Local: DESTA VEZ, NO PÁTIO DA ESCOLA DA CONSOLAÇAO, MESMO LOCAL DA MOSTRA DO VIDEO!
IMPORTANTE: TRAGA UMA COMIDA VEGAN (Não sabe fazer? Visite a COZINHA VEGAN STAFF)
Maiores informações:
VEGAN STAFF.org
BLOG VEGAN STAFF.org
E-CONTATO
Nos vemos nas ruas!
MARÇO/2009 - VEGAN STAFF.org NA MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES - Relatos e Imagens
DEZEMBRO/2008 - CAMPANHA NATAL SEM CARNE - VEGAN STAFF.org & PROJETO EXTINÇÃO - Relatos e Imagens
JULHO/2008 - BRIGADA ANTITESTE NÚCLEO 7 - Ação SBPC/2008 - Relatos e Imagens
Fortaleza, 03 de JUNHO de 2009 - CEARÁ
CONTATO COM O MOVIMENTO ESTUDANTIL NA UNIVESIDADE ESTADUAL DO CEARÁ (UECE)
No dia 03 de Junho de 2009 foi enviado uma carta ao Movimento Estudantil da UECE. Esta iniciativa partiu da Veagn Staff.org Capitulo Ceará e mostra de forma prática algumas das ações que podem ser relizadas no meio acadêmico em prol da Libertação Animal.

O compromisso do movimento estudantil sempre esteve ligado as lutas e interesses dos seus associados, e nesse caso, como em um sindicato, deve se pautar nos desejos e aspirações coletivos da categoria.
Historicamente a luta estudantil sempre esteve na vanguarda da sociedade brasileira, e as bandeiras de lutas sempre se preocuparam em perpassar a luta pela educação, que tem sido o eixo central dessa frente de luta. Pois trata se da ferramenta de transformação social e essencial mais revolucionária até hoje posta em prática.
Entretanto, a humanidade se encontra em uma berlinda que nos obriga a implementar a luta em mais de uma frente. A urgência e o alargamento dessa frente se baseia não só na ofensiva capitalista; que a todos os aspectos da vida na Terra deseja dominar e controlar em uma planilha de possíveis lucros, deve se considerar que a velocidade com que consumimos nossos recursos naturais, o amanhã é uma incógnita.
A humanidade vem a muito tempo agredindo o meio-ambiente e os demais moradores do planeta. Mas como nunca, após a formatação industrial da produção, essa transformação da natureza tem se tornado em agressão de termos irremediáveis.
Muitas espécies já foram extintas, muitas outras estão prestes a se extinguirem, e a cada dia a previsão se torna mais sombria. O descontrole climático é facilmente perceptível, e a temperatura global e as enchentes são prova disso.
E em frente a tantos desafios, a própria educação deve ser vista como uma forma de transformar o próprio entendimento da vida social na Terra, pois é preciso incluir na pauta de lutas do próprio Movimento estudantil a preocupação com o destino prático e concreto do planeta.
Para tanto, como proposta, viemos por meio desta sugerir uma agenda organizada de luta em comum, envolvendo os pontos:
- Apoio a construção da primeira semana vegetariana da UECE,
- Iniciar debate acerca da questão ética e do uso de animais em laboratórios,
- Jornada de luta pela opção vegetariana no Restaurante universitário, luta que se insere não apenas na diversificação do cardápio e por seguinte na melhoria do serviço prestado, mas também na assistência estudantil, lutando por mais recursos para o nosso restaurante.
- Programa de coleta seletiva do lixo dentro da UECE, como primeiro veiculo de educação ambiental.
MANIFESTAÇÃO INTERNACIONAL ANTIPELE - VEGAN SATFF.org | TIRM | PROJETO EXTINÇÃO:
Por volta das 10 horas da manhã de sábado, 14 de março de 2009, manifestantes começaram a se aglomerar em frente ao número 855 da Rua Oscar Freire.
O local:
Rua Oscar Freire, a rua mais cara da América Latina. Lá e nas suas cercanias estão as lojas das grifes mais renomadas do planeta. Louis Vuitton, Emporio Armani, Diesel, dentre tantas outras, disputam palmo a palmo os milhões de reais deixados lá por final de semana. Estima-se, em média, que a rua receba cerca de 50 mil pessoas por sábado e que fazem circular cerca de 3 milhões de reais neste único sábado. Isso faz também, da Rua Oscar Freire, a rua mais segura de São Paulo. Lá, as pessoas que não andam por aí caminham livremente, longe da verdadeira realidade nacional. Lá não existem mendigos. Lá não existem pixações. Lá não existe lixo nas ruas.
Uma rua que tem um segurança a cada 15 metros não poderia deixar que a “falsa elite” brasileira se sentisse reclusa em suas mansões. É nessa rua que as madames e magnatas da especulação financeira no Brasil gastam seus milhões e que se sentem “livres” dos problemas sociais aqui existentes.
Antro das mais variadas futilidades, a rua cheira couro. A rua cheira a crueldade em todos os sentidos!
Os manifestantes:
Aos poucos, chegaram um, dois, três e aos poucos a manifestação foi tomando corpo. Rostos começaram a ser tampados. Faixas começaram a ser erguidas.
Logo o megafone deu voz aos protestos e o tambor chamou atenção para o que estava acontecendo.
A manifestação:
O uso de pele no Brasil é meio mal entendido. Couro é pele. O seu uso, muitas vezes, está atrelado simplesmente pela conveniência. O couro aqui no Brasil não é tão “mal” visto quanto o uso de pele. Porém, o “produto” é absolutamente o MESMO! A diferença é que a pele em si é retirada de animais não domesticados em cativeiro. E a crueldade acaba sendo mais visível, mas não menor do que a que sofrem os outros animais domesticados.
A VEGAN STAFF.org está em uma campanha de luta contra o uso de pele desde 2005. Não foi à toa que o uso de pele e couro foi o foco de nossa primeira ação enquanto Organização. Na ocasião da invasão do palco do Fashion Rio, na cidade do Rio de Janeiro, já fez com que alguns se questionassem sobre o uso. A ação fez com que a repercussão fosse nacional e, desde lá, a VEGANSTAFF.org vem se articulando mundialmente para colocar a informação em domínio público.
Essa é ainda a quarta ação da VEGAN STAFF.org contra o uso de pele. Sendo a segunda com representação internacional. Para esta, tivemos o apoio e o engajamento mútuo da TIRM (www.tirm.de), organização alemã de defesa dos direitos dos animais.
Às 10 horas do sábado, dia 14 de março, após uma vasta divulgação nas ruas e pela internete, a manifestação se deu de forma pacífica. Contamos com o apoio de muitas pessoas que simplesmente aderiram à manifestação na hora do ato.
Olhares curiosos dos transeuntes e a cara de indignação dos gerentes e funcionários das lojas eram evidentes.
Uma tinta vermelha, composta basicamente de corante solúvel em água e farinha de trigo, foi utilizada para deixar as marcas de “sangue” dos animais que morreram para sustentar o luxo daquelas lojas e o real custo dos sapatos de couro e casacos de pele.
A manifestação andou durante duas horas distribuindo 400 panfletos, deixando a mensagem aos que conseguiam ouvir ao megafone e marca de sangue foi percebida na frente de cada loja em que paramos para protestar.
Em especial 3 lojas fizeram parte do alvo: Louis Vuitton, Emporio Armani e Schutz. Que, respectivamente, a primeira chamou a polícia, a segunda criou o tumulto e na frente da terceira a manifestação foi reprimida pela ação da polícia Estatal.
4 manifestantes foram levados ao 78º Distrito Policial e citados em Inquérito Policial ainda em fase de investigação.
Conclusão:
Essa não foi a primeira. Essa não será a última.
TIRM - ALEMANHA
Fotos da Manifestação Anual TIRM
CENTRO DE MÍDIA INDEPENDENTE

VÍDEO da AÇÃO em SÃO PAULO:
FOTOS:


Faixa exposta na Manifestação

Faixa exposta durante o sinal fechado



Faixas expostas no sinal

Abordagem com panfleto





Tinta vermelha representando o SANGUE dos INOCENTES

"Lavar a calçada é fácil! Difícil é limpar o sangue de nossa cultura!"
CARTAZ que foi distribuido em São Paulo:
PANFLETO:
CARTA ENVIADA AO CONSULADO GERAL DA ALEMANHA E AO MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES NO BRASIL (ITAMARATY):
São Paulo, 13 de março de 2009.
Vossa Excelência, Embaixador e Cônsul Alemães,
É com imenso descontentamento para com as autoridades alemãs, e movidos por virtudes que exortam mudanças em seus mais puros e distintos sentidos, como a solidariedade e o internacionalismo, que nós, participantes do movimento de libertação animal brasileiro, viemos a Vossa Excelência, por meio desta carta aberta à comunidade internacional, expor alguns fatos que, segundo nossas lentes, julgamos importantes serem tratado em gabinetes administrativos estatais, também.
Sabe-se que dia 14 de março começam na Alemanha os FUR & FASHION MARKET DAYS, evento onde a indústria da moda estimula o uso de vestimentas, de cuja matéria-prima principal afeta diretamente a vida de alguns animais, tendo estes suas peles arrancadas para a confecção de roupas e acessórios. Repudiamos, portanto, a indústria da moda e suas autoridades, em especial, que se voltam ainda nos dias atuais a incentivar no mercado padrões de consumo tão vis. E estendemos nosso repúdio aos Estados Nacionais que, direta ou indiretamente, outorgam à iniciativa privada o livre direito de manterem tais práticas em seus territórios.
Eis que, para isso, nos voltamos também ao nosso próprio Estado, a República Federativa do Brasil, por também não apresentar barreiras à promoção do uso e à produção de vestimentas tão vergonhosamente desnecessárias, fazendo, desta forma, com que nós, brasileiros, sejamos ainda um dos maiores produtores de pele que servem para abastecer justamente o mercado externo.
Todo Estado torna-se vergonhoso ao se declarar fechado às questões que envolvem seus tutelados. Destarte, um Estado JAMAIS deve deixar de prover assistência aos que residem nos seus limites geográficos, e é dever do mesmo expandir isso a todas as formas de VIDA que deveriam conviver harmonicamente pois, de forma contrária, um Estado estaria confrontando princípios básicos de defesa da VIDA, quer seja ela de um animal humano, quer seja ela originalmente dotada a um animal não humano.
Apontamos aqui o Estado Alemão como o responsável por permitir a promoção da morte no mercado da moda internacional. E nos referimos a isto também pela forma repressiva por meio da qual a polícia alemã se relaciona com alemães natos, quando estes se colocam em situação de protesto contra tais práticas freando ferozmente a luta pela Liberdade que, desta vez, não é a de seres humanos: lutamos internacionalmente pela Liberdade daqueles que não podem expressar a dor de terem sido surrupiados de algo que naturalmente os serve de proteção.
Expressamos nossa total simpatia e nosso total apoio às manifestações que ocorrem hoje, em Frankfurt. Apoiamos o TIRM e todos os outros grupos de defesa dos Direitos dos Animais alemães, neste dia. E estaremos acompanhando, daqui, cada passo repressor do Estado alemão, dispostos a denunciá-los internacionalmente.
Que mais nenhum animal seja encarcerado e tenha sua vida roubada por nenhum humano. Que mais nenhuma autoridade se mantenha legitimada, seja inter-espécies ou não. Essas são algumas das ideias que nos norteiam, e com as quais vamos combater, assim como já combatemos, toda e qualquer exploração de alguém por outrem. Confessamos que, ao invés de escolher o combate propriamente dito, optamos ainda pelo apelo às autoridades alemãs e brasileiras, assim como a quaisquer outras, para que dessem um passo atrás, e que este passo servisse para uma reflexão sobre o peso de nossos atos, muitas vezes prepotentes, e as consequências nefastas que deles resultam para os humanos, para os animais e para a Terra. Theodor W. Adorno já disse que Awschivitz ainda existe toda vez que alguém vê um animal sendo explorado e pensa "são apenas animais". Já tivemos exemplos suficientes na história da humanidade para que, agora, paremos outros Holocaustos.
Sinceramente,
VEGAN STAFF.org – BRASIL